21 de outubro de 2011

Weelame - administrador do sul.

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"O homem de preto que galopava em direção ao castelo causando a agitação dos cães era Weelame, o administrador da área pantanosa que ficava ao extremo sul das terras do meu pai. Um lugar quase desimportante, banhado por um vasto charco que se estendia até a fronteira sul, na foz do rio Dorcha, e no qual havia apenas três vilarejos subsistentes, dedicados à pesca e à caça. Mas naquele dia, Weelame não tinha vindo tratar de assuntos administrativos; viera nos comunicar de um ataque recente ao lugar. Homens do leste haviam cruzado o rio e queimado tudo, espalhando morte e destruição. Não sabíamos por quê e o pântano não possuía riquezas relevantes para justificar tal ato, portanto, fosse roubo ou apenas provocação, não pretendíamos tolerar aquilo; nossas fronteiras eram as mesmas há 180 anos e estávamos confortáveis com elas.
Já no dia seguinte partimos para o sul, logo ao amanhecer, com cinquenta homens bem armados, todos montados, decididos a mostrar aos bastardos que ao cruzar o rio haviam condenado a si mesmos. Não imaginávamos que uma guerra extensa estava por começar. Um conflito contra todas as tribos bárbaras independentes das terras ermas do sudeste. E estávamos sozinhos nessa!"

Pintura rápida em tempinho de folga. 

10 de outubro de 2011

GURPS - Post-apocalyptic vehicle


Esta é uma ilustração do veículo principal da campanha de GURPS pós-apocalíptico que estou jogando. Não é muito mais que um blindado obsoleto adaptado para funções de pesquisa em ambiente hostil.

O cenário em questão é a superfície do nosso planeta em um futuro pós guerra nuclear global. Todos os personagens da campanha nasceram em uma estação habitacional submersa que há muito não tem notícias do mundo exterior.

Por algum motivo nada ortodoxo, os líderes dessa "cidade" - que se chama Hades - decidiram mandar uma expedição com alguns cidadãos - descartáveis? - para explorar a superfície. Aí você já consegue imaginar a dificuldade... Pessoas de um abrigo nuclear submerso pisando pela primeira vez na superfície, que ao contrário do que se pensa, ainda é habitada por humanos que não tiveram a possibilidade de se proteger das "intempéries"... É uma situação difícil e a trama, mergulhada em mistério e suspense, se torna cada vez mais intrigante. Vamos ver no que vai dar!

Tenho tido quase nenhum tempo para desenhar e assim que der pretendo colocar o BLOG para rodar de novo. Aguardem!

Abaixo uma foto editada que segue nessa mesma linha de ficção pós-cataclismo. Material usado: moletom com capuz e EPIs(equipamentos de proteção individual, usados em oficinas, indústrias, etc). Hahahahah