12 de novembro de 2010

Zumbis, zumbis! Oh, meu Deus!

Ainda me surpreendo ao perceber que, depois de tanto tempo, os nossos – nem tão – queridos amigos mortos-vivos voltaram à moda! Por que será? Como? Terá sido a super-exposição de Thriller, depois da morte de Michael Jackson?

Na verdade os zumbis nunca estiveram muito longe, sendo que, de variadas formas, em quase todos anos tivemos um jogo ou filme novo, dos quais podemos lembrar, em ordem + ou - cronológica: Resident Evil, House of the Dead, Left 4 Dead, O Extermínio¹, Eu Sou a Lenda¹, Prototype, Zombieland e por aí vai. Sei que esqueci de muitos... Mas recentemente uma história em quadrinhos chamada “Walking Dead” me surpreendeu bastante, me envolvendo de forma que só o “Resident Evil 3 - Nemesis” conseguiu antes nesse gênero. E eis que agora, aos poucos, a série baseada na HQ está sendo exibida na TV e eu não posso permitir que vocês não saibam disso!

Moral da história:
Assistam, gurizada! Desde o tempo em que os zumbis caminhavam lentamente e clamavam por “céééérebrooo...” não saía algo tão consistente e rico com zumbis no papel principal. “WalkingDead” aborda uma faceta da vida pós-zumbis-tomaram-tudo que você nunca viu antes de forma tão chocante, extensa e intensa.

Eu assino embaixo; acompanhe “WalkingDead” e permita trazer de volta à sua imaginação cotidiana todos aqueles pensamentos de auto-defesa para o caso de os zumbis invadirem tudo nesse exato instante! Heheheh

¹O Extermínio I e II”/“Eu Sou a Lenda” – Estes dois filmes mostram “zumbis” diferentes daqueles lerdos comedores de cérebro de antigamente. Em ambos os “zumbis” são pessoas contaminadas que não vão durar muito, mas que conservaram bem algumas de suas capacidades como audição e, principalmente, talento para corrida de 100 metros rasos. HehehehAinda não assistiu? Tenho pena de você...


O "desenho” é uma edição que fiz sobre uma foto que tirei da minha rua. Quando se fala em zumbis logo penso que, se isso acontecesse e eu conseguisse sobreviver, montaria um grupo de extermínio e, para o cumprimento dessa tarefa, um carrinho desses ia quebrar um baita galho. Heheheh

3 de novembro de 2010

Conde Lautércio Esníper da Lutécia

“Quando anunciam minha chegada nos lugares por onde ando as pessoas sempre ficam esperando um aristocrata gordo e covarde, em vestes de tecido fino, mas se espantam ao ver minha armadura. Acho isso uma indelicadeza da parte deles; por que um conde não pode liderar suas próprias tropas e caçar, ele mesmo, os seus inimigos!? Gosto disso. Acho nobre, aliás. Falta de nobreza é ficar só atrás de uma mesa comendo peru e cobrando impostos. Não tenho paciência para frivolidades...”

Conde Lautércio Esníper, da Lutécia.

Patrono e líder da infantaria de precisão do exército real

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“Uma bala vale mais que mil palavras; com mil palavras não se cunha uma bala!”

Conde Lautércio Esníper, da Lutécia.

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Hahah

Mais um desenho rápido para não deixar isso aqui muito parado; estou tentando voltar a desenhar personagens retrô à moda steampunk. Gosto dessa sobreposição de elementos clássicos com armas de fogo e equipamentos modernosos. De tempo em tempo, enquanto, distraídos, ajudamos a escrever a história, mal acreditamos quando algumas invenções tornam tudo que temos por “novo”, obsoleto... Este é o barato do retro-futurismo, nada se perde, tudo se soma!