30 de dezembro de 2008

ERA PRA SER UM KOBOLD?


Taí, provavelmente o último POST do ano.
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Eu queria aproveitar então, e agradecer a todos que visitaram esse BLOG nesse ano de 2008 por terem gasto o seu tempo vindo até aqui, só para prestigiar(ou não, azar o nosso, hahauahau) os meus desenhos.
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Ver que alguém se interessa me deixa feliz e me dá ainda mais vontade de produzir.
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Mas enfim, o negócio é que eu desejo a todos, com toda sinceridade do mundo, um ótimo 2009, cheio de saúde, paz e força, para podermos lutar pela felicidade. Que sem lutar no fim não tem a mínima graça certo!?
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Muito obrigado pessoal!
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Continuem visitando isso aqui!
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Até 2009!
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Tiarles M. Rodeghiero(obviamente)

27 de dezembro de 2008

A muralha da cidade!? Eu ajudei a construir!


"Um acampamento militar em terreno hostil, era tudo que essa pequena cidade era antes do mensageiro real chegar, há 30 anos atrás... Na carta, o texto escrito em bela caligrafia ordenava claramente a construção de um forte. E assim foi feito. A construção da muralha, meta principal, perdurou por vários anos, sobrevivendo às investidas inimigas e ao frio rigoroso do inverno, mas enfim, foi concluída.
Nesta época, os recursos para a continuação da obra começaram a se tornar escassos. Não só para nós, soldados, a guerra já havia mostrado o seu preço... Longe dela, nas cidades, os impostos eram cada vez mais altos. Os trabalhadores esforçavam-se para pagar seus tributos, financiando a continuação das atividades no fronte. Sabendo que se não fosse assim a guerra em breve bateria às suas portas.
Mas voltando a história da cidade, as ordens sobre o projeto do forte mudaram. Ordenaram que construíssemos a parte central usando madeira em vez de pedra. Esta parte foi um pouco mais sossegada, mas mesmo assim agimos sempre em prontidão. As sentinelas vigiavam as colinas enquanto nós ajudávamos na construção, com as espadas embainhadas, prontos para agir.
Quando a construção ficou completamente pronta houve uma grande comemoração, lembro-me como se tivesse sido ontem, uma festa com direito a javalis assados e muita cerveja. Nesta noite se o inimigo tivesse atacado venceria a batalha sem um tilintar de espadas sequer, estávamos todos bêbados.
Depois daquilo houve mais três anos de guerra, mas aos poucos fomos avançando, tomando territórios, e o forte acabou ficando para traz. No fim, decapitamos o rei dos malditos e tomamos sua capital. Aniquilados os exércitos deles, saqueamos as cidades e queimamos tudo. Os bárbaros que sobraram fugiram para as terras do oeste, além da grande floresta. A essas alturas, a nossa economia estava tão prejudicada que grande parte das tropas foram enviadas de volta às suas casas, para que pudessem ajudar a reconstruir o nosso país.
O forte ficou abandonado, na época isso aqui era um nada. Nem o exército quis usar este lugar para fazer um quartel ou prisão, sei lá.
Com todos meus camaradas, marchei para casa. Lá, tristeza. Minha família estava ainda mais pobre do que quando saí da vida de lavrador para aprender a empunhar uma espada. Os altos impostos haviam prejudicado principalmente os mais pobres,... Depois de um tempo as coisas ficaram menos piores, mas eu ainda era um tanto jovem e sentia falta da adrenalina correndo pelo sangue. Foi então que, cansado daquilo, após alguns anos segurando o cabo de enxada, resolvi empunhar de novo uma espada. Diante da crise ela foi de novo minha melhor amiga.
Vivi vários anos como mercenário, escoltando mercadores por rotas comerciais perigosas. Viajei muito, atravessei fronteiras que não imaginava que existissem.
Certa vez a caravana que eu protegia passou a noite em um vilarejo protegido por uma espessa muralha de pedra. Custei a acreditar que era o velho forte que ajudei a construir. Dos antigos alojamentos restavam apenas os ligados à muralha, também feitos de pedra. Fiquei sabendo que depois de tanto tempo abandonado o forte tinha sido lar de uma aldeia de goblins, que ao perderem a batalha de retomada incendiaram tudo e fugiram. Uma pena, era uma grande construção. Fiquei surpreso em retornar ao local, mas pela manhã, como de costume, continuei meu caminho e acompanhei a caravana até seu destino final.
Fui mercenário por outros vários anos, minha espada viu meus primeiros fios brancos de cabelo nascerem, mas só fui perceber que já estava velho demais para aquilo quando numa emboscada à uma caravana que protegia, não consegui me esquivar do ataque de um maldito orc que quase partiu minha perna em dois. Foi aí que vi utilidade para as moedas de ouro que tinha juntado ao longo dos últimos anos. [risos] Manquei então até aqui e protegido pela muralha construí minha taverna... E por falar nisso, aventureiros, vocês ainda não me pagaram a bebida!"
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Tiarles M. Rodeghiero
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A quanto tempo eu não desenhava algo... As férias me deixam um tanto desorientado. Mas enfim, o desenho é só uma cidade. Um passatempo. Os mestres de RPG que desejarem, por favor usem a cidade em suas campanhas e/ou aventuras. Um ladino que saiba nadar conseguiria driblar os sentinelas e entrar pelo riacho!
A história eu fiz depois de ter feito o desenho. É um conto onde o Taverneiro conta brevemente sua história de vida e sua relação com a cidade desde o princípio.

30 de novembro de 2008

Morpheus PLI - 82

manUm cyber-clérigo. A maça dupla, os símbolos sagrados e a armadura pesada até que são convencionais, mas a novidade é o projetor de pergaminhos! Chega daqueles pesados rolos de papel, que precisavam de uma bolsa para serem carregados. É a comodidade chegando para ficar...

Knuts

Oh, Deus! A nudez desnecessária tomando conta de todas as mídias.

13 de novembro de 2008

A40/1L Guardian

Meu legado é uma dica

"Quando a praga surgiu era uma grande novidade, e portanto muito cara, eram poucos os que tinham acesso e ainda menos os que se dispunham a ela. Estes poucos eram vistos com estranheza, mas depois vieram outros, e outros... Meu Deus. A nova onda acabou se tornando uma febre. Foi como ocorreu no passado, quando surgiram os celulares.
As pessoas aos poucos foram aderindo, ou melhor, na minha opinião se 'acostumando' com aquilo, da mesma forma que acabaram se 'acostumando' e aceitando a fome no mundo, a criminalidade e até mesmo a morte. Se está lendo esta carta você deve me entender. E como eu desejo que sim...
Enfim, foi cada vez mais fácil trocar o sangue, a carne e os ossos pelos fios, baterias e articulações hidráulicas. Para aqueles malditos o frio do ferro tocando a pele o tempo todo era compensado pelas vantagens recebidas em troca. Alguns até achavam que daquele jeito o mundo estava ficando melhor. Só para exemplificar, um funcionário com pernas biônicas, correndo pela cidade durante a noite recolhia para uma empresa sanitária muito mais lixo que 3 funcionários comuns juntos, impressionante não é mesmo!? As empresas não demoraram para perceber isso, até pagavam para que seus funcionários recebessem "upgrades", tudo por lucro. Isso originou uma crise, as diferenças sociais se intensificaram, o que fez com que mais gente, desempregada e desesperada, buscasse loucamente as vantagens oferecidas pela praga.
Democratizada a invenção, de origem militar, assim como a internet, a tecnologia chegou a todos países, que pesquisaram e se armaram cada vez mais, impressionados com o poder de seus inventos. Estourou então a guerra-fria do século XXIII, a mais "gelada" de todas. Nisso, quando 4/5 da população mundial já era usuária da praga, um ataque de mercenários norte-americanos à um laboratório na china liberou micro robôs invasores - a história não está livre de clichês - que sem missão alguma, atacaram todo e qualquer equipamento tecnológico que encontraram. Para piorar tudo, a ação lenta deles, ainda em fase de aprimoramento, permitiu que se espalhassem pelo mundo todo antes de serem percebidos. Não houve tempo para elaborar-mos bloqueios ou quarentenas.
O mundo foi tomado, uma carnificina. Os que tinham órgãos biônicos perdiam o controle dos mesmos. Vi na rua, um homem correr gritando até não suportar mais e arrancar o próprio braço. Todas as vantagens agora pareciam cobrar o seu preço. Os que não acreditavam em nada se suicidavam, muitas vezes em massa, os crentes seguiam ainda mais suas religiões, que afirmavam ter chegado a hora do juízo final. A sociedade faliu, todas as inter-relações indispensáveis à vida nas cidades foram cortadas e o caos se expandiu.
Mas surgiu a RENOVAÇÃO, o 1/5 puro da população se uniu em grupos pelo mundo, formando um governo só, em busca da mera sobrevivência. Sobrevivemos por anos, por incrível que pareça, usando o velho socialismo, que depois de nunca ter funcionado bem, deu conta do recado.
Mas a mente humana não sabe lidar bem com a igualdade. Anos depois alguém descobriu que os micro mecanismos causadores do cataclismo haviam morrido. Eu nunca pensei que desejaria tanto que eles ainda vivessem... Lembro-me de estar trabalhando quando vi aqueles homens chegando, eu não conseguia acreditar, não podia, depois de tudo que vi acontecer. Homens de algum exército extremista, usando novamente toda parafernalha tecnológica de outrora. A praga havia voltado. A ambição havia vencido.
Fomos escravos nas cidades, trabalhando para eles poderem RECONSTRUIR O MUNDO, como diziam. Isso até não precisarem mais de nós, aí começaram a matança, o novo holocausto. Consegui fugir, vivi como um eremita por meses, espiando as cidades, vendo eles numa insensibilidade quase impossível realizar execuções no meio das ruas.
Mas ontem a tardinha, antes que eu achasse essa cabana, vi um deles caminhando pela floresta, era muito magro e tinha um cajado e um saiote que emanavam uma luz mais forte que a luz do sol, que penetrava naquela hora pelas frestas na copa das árvores.
Enfim... Só escrevi tudo isso na esperança de alguém encontrar, para que alguém lesse esta carta e tivesse alguma consideração por mim. Contudo, neste 21 de Junho de 2259 vou ver meu último pôr do sol e finalmente descansar. Não dei a eles o gosto de matar mais um.
Se você for um deles, vá para o inferno, mas se não for, não me veja como um covarde e enterre no bosque o cadáver que você viu ao entrar pela porta e nunca, mas nunca, mecha nem confie na tecnologia. Ela é a praga. Comece uma nova era destruindo este computador. Obrigado!"

Tiarles M. Rodeghiero

12 de novembro de 2008

SUKOVA IV - A


Um tanto estranho e sem carisma.
Ainda embasbacado com o cyberpunk, um sub-gênero da ficção científica, fiquei sabendo do steampunk. O que é Steampunk?
"O SteamPunk é um sub-gênero da Ficção Científica passado em uma realidade alternativa, cuja proposta estética remete ao Século XIX, como se a Era Vitoriana tivesse sido de tal forma bem sucedida que seus costumes, tecnologia e cultura tivessem perdurado por muito mais do que de fato perduraram.Nesta realidade retrofuturista, conquistas magníficas foram alcançadas pela tecnologia graças a constantes Físicas que favorecem a eficiência da mecânica e o poder da eletricidade em dar origem a máquinas capazes do impensável.O fascínio pelo progresso tecnológico e por tudo que o Homem alcançou, contudo, convive com uma ignorada mas constante degradação ambiental, profundas diferenças sociais e com a iminência da desgraça que vai se tornando cada vez mais difícil de ser evitada."
Trecho retirado deste site:

24 de outubro de 2008

Khorugh

"Ao passar por tal lugar às margens do rio Kaùnas, Lübeck, um anão comerciante de gemas que havia passado por ali fazia apenas quatro anos, viu-se espantado com a velocidade com que o lugar "surgiu" e se transformou em uma pequena cidade. O povoado se chamava Khorugh, o mesmo nome da floresta negra, imensa e desconhecida, que havia na outra margem do rio.
O anão estava tão surpreso quanto contente pois, ao contrário da última vez em que passára por ali, dispunha agora da oportunidade de descansar em um lugar confortável e seguro.
Com isso, mercadores se lançavam cada vez com mais frequência e menos medo pela antiga rota comercial, contando com o jovem entreposto. Sem dúvida a existência de Khorugh facilitava agora, e muito, a vida dos comerciantes, mas não impedia que restos de fogueiras suspeitas ainda fossem encontrados pelo caminho. Uma boa noite de sono e uma refeição decente não garantiam segurança alguma quanto às áreas mais isoladas da rota.
No dia seguinte, seguindo seu caminho para vender suas gemas em Palana, cidade para a qual se dirigia, refletia o anão:
-Será essa cidade pura comodidade ou apenas um grande atrativo para os que logo espreitarão pelo caminho!?... Logo este pobre povo precisará de tropas..."

Hachuras

Foto que eu vou adotar como AVATAR em todos ambientes sociais - e nem-tão-sociais - da internet.

19 de outubro de 2008

Muito humorístico...


Fazendeiros brasileiros compram tratores japoneses gigantescos e caríssimos para arrastar correntes enormes pelas florestas tombando tudo que há pela frente para que vaquinhas possam pastar, engordar e serem exportadas depois gerando mais dinheiro para estes senhores poderem comprar mais tratores e criar mais vaquinhas e dominarem o mundo. É fato.

Aran Nimcyen


"As tropas dos exércitos élficos e humanos rumaram para o sul para defender o território das cataratas de Afrid. Dentre as tropas, muitos guerreiros jovens pondo à prova a eficácia do treinamento militar pelo qual passaram. [...] Mas depois de tantas batalhas, toda a tropa estava exausta e precisando descançar. Antes de montarem acampamento, até Aran Nimcyen, líder da guarda real élfica conhecido por sua incrível disposição física, não via outra utilidade para sua brava espada se não a de servir como apoio para um breve descanço."

Caras grandes...

Meio-gigante das colinas.
Meio-gigante da Floresta.
Tô repetindo o POST porque achei válido mostrar este desenho nesses outros dois tons.

16 de outubro de 2008

Meio-gigante.


"À luz da lua, a pele esverdeada do meio-gigante ganhava um tom azul tão amedrontante quanto o seu tamanho. Ofegante após a perseguição, segurava ele firmemente a arma, rústica e grotesca, balançando ao rápido ritmo de sua respiração."

5 de outubro de 2008

Soldado

L7 - Pretend We're Dead (tradução)

Oque está por vir com a inovação
Em todas as cidades, por toda a comunidade
Bloqueando estilos esse é o plano
Eles nos tem na palma de suas mãos

Quando nós fingimos que estamos mortos
Eles nao podem escutar uma palavra que tenhamos dito
Quando nós fingimos que estamos mortos

Vire a mesa com a sua personalidade
Sem a moral nem a maioria deles
Acorde e cheire o café
Ou simplesmente diga não à individualidade

Quando nós fingimos que estamos mortos
Eles nao podem escutar uma palavra que tenhamos dito
Quando nós fingimos que estamos mortos

A little samurai.


Um banner que não deu certo.

28 de setembro de 2008

POP FACES




Na POP ART, um movimento artístico pós II Guerra Mundial, artistas se valiam de produtos e imagens de consumo retiradas da mídia para produzirem suas obras.
O artista Andy Warhol, o principal artista do movimento nos Estados Unidos, trabalhava em algumas de suas obras com a repetição exaustiva de uma mesma imagem, tudo isso na intenção de mostrar que a repetição exagerada podia deturpar o sentido da "coisa".
Enfim... eis aí a 'repetição banal'.
Fiz esse desenho testando minha destreza no uso de mesa digitalizadora, até que fui bem. Bah, se eu comprar uma vou desenhar pra *******.

19 de setembro de 2008

DIBURUTO


DIBURUTO
Estas criaturas são pequenas, rápidas e ágeis.
Embora pareçam muito com peixes ou répteis não dependem totalmente da água para sobreviverem.
Seu habitat natural são áreas desérticas, onde vivem em suas pequenas cabanas e/ou tocas em pequenas aldeias familiares. Possuem uma organização hierárquica simples, sendo os líderes os indivíduos mais velhos.
São animais curiosos e apreciam muito a companhia humana.
hahauahuahauahua

TREANTS

Curti esse r4biscão, dei uma editadinha no photoshop só pra ficar com essa cor bonita.

É um 'Treant' . Sim, uma árvore que anda, adoro essas criaturas.
Em 'O Senhor dos Anéis' eles são chamados de 'ENTS'.

9 de setembro de 2008

De que cor você é?

Insônia e uma dose de photoshopaciência.
Uma baita viagem... desenho bobo e pintura à moda quadrinho underground.
Era uma folha cheia de r4biscos, apaguei alguns.

31 de agosto de 2008

Soldado do futuro


'Um capacete digital, uma máscara de gás, anéis eletrônicos, uniforme emborrachado e uma espada viral, é tudo que ele tem contra uma frota gigantesca de seguranças robôs. É a luta dos rebeldes contra o mundo das corporações multimilionárias que passam a exercer cada vez mais poder sobre a sociedade.
O nome dele é PEN DRIVE e ele carrega uma tatuagem de TETRIS no braço!
A salvação do futuro é a volta ao passado."



Desenho velho com pintura de hoje, preciso desenhar mais...

29 de agosto de 2008

Epopéia photoshópica.


"Os ponteiros do relógio se unem para anunciar o fim de um dia e o início de outro. Não para todos. Nas docas da cidade... mais um crime inexplicável.
Mais um carro com os vidros suados voando do cais rumo ao fundo do mar. Um mergulho sem volta para quem quer seja o infeliz no volante.
A máfia das prostitutas ganhando força."

hahauahauhahua

Lord





Fiz esse já faz um tempo. Adoro ele.
Foi o segundo banner da 'guilda de desenhistas'. A idéia ainda permanece lá.
Visite a guilda e veja muito desenho bom!

R4biscos que viraram des3nhos...



Caveirinhas bem icônicas.

28 de agosto de 2008

Habitação ORK


Desenho de uma habitação Ork(aquelas criaturas de 'O Senhor dos Anéis', RPGs e tal).


Um sketch, tipo para imaginar características culturais arquitetônicas para essa tal civilização ou clãn imaginário. RPG...